terça-feira, 20 de setembro de 2011

Pra quem se deu.

Eu, Camila, geminiana da gema, sinceramente não quero achar um homem pra casar. Quando eu encontrar alguém quero ir polindo-o aos poucos, aprimorando, até se ter o que quer. E espero que o mesmo seja feito comigo. Quero participar assiduamente desse processo. Porque todos os homens são iguais, mas todos aqueles que eu me relacionei eram diferentes. A igualdade masculina se resume ao que eles tem no meio das pernas e como eles lidam com isso, que vale salientar que é muito mal. Eles não sabem como reagir no pós-sexo e ai ou dormem, ou vão embora. Eu espero mais, confesso! Não quero flores tampouco um "gata, você é foda!'. Eu só quero um abraço, é tudo que eu preciso depois do que passei, mas eu nunca recebo essa acolhida. E tudo isso acontece porque os homens não sabem se expressar, e nem ousam tentar; Fizeram do comodismo um life style, e acham fantástico isso de ser canalha, boêmio e hedonista.
O que eu não quero e não prezo é o fato de ser um objeto sexual, de ser a "comida" de alguém, uma necessidade suprida e que depois pode ser descartada.
Mas como nada é como a gente quer, eu termino o sendo. Fui um objeto sexual com bônus. Porque eu sempre fui de coração aberto e mais aberta ainda ao envolvimento. E fui porque sempre acreditei no que Vinicius de Moraes também creu que "a vida só se dá pra quem se deu". E me dôo porque eu sei que alguém um dia se doará para mim também.

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