sábado, 28 de agosto de 2010

Às minhas delicias!



Camilinha, Camilona, Cami, Mila, Tia... Não importa a maneira como eles me chamem, eu sempre vou estar lá por eles. Podem ser meus primos, os filhos dos amigos, ou os filhos dos amigos dos meus primos. Eu venho aqui porque eu muito embora seja ausente,eu dou o meu melhor para estar presente, para dar presente, e estar sempre sorridente. Eu faço o que posso pra ganhar um abraço, um beijo babado, jogar bola no terraço. Eu gosto mesmo é de fazer vocês sorrirem, de pular, brincar, correr, dar chutes em bola sem nenhum critério de direção, e de tomar banho de piscina com três ou quatro criança, possuindo só dois braços, Eu gosto é de ser boba e deixar vocês aprontarem. Eu gosto e me sinto importante e amada, quando vocês precisam de mim, nem que seja pra limpar um bumbum de Coco. Tem uma pequena bola gorda e cheia de vida precisando de nós, eu só a vi uma vez, mas eu me importo com ela e quero que ela encha não só a mim, mas a mamãe e ao papai dela de vida e alegria, ela precisa que lutemos por ela e se Deus quiser tudo correrá bem, eu não venho aqui só por Inês, mas venho por Nina, Teteu, Pedrinho, Cacareco, Dudu, Camilinha, Lua, Sara, Laurinha, Caio, Júlia, Arthur... e tantas outras crianças lindas e queridas que tia desconhece.
Eu quero que vocês continuem assim, puros, inocentes e que esse amor que eu sinto só aumente.



Para ajudar Inês, basta ir ao Hemope de Recife e doar sangue,
o horário de funcionamento é de seg a sab 7h30/18h30. Importante pegar comprovante da doação.
Pode ser qualquer tipo de sangue, em nome de Inês Virgulino Coutinho.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Sobre o tempo.

O tempo passa, ele corre, mas há coisas que nem ousam sair de sua origem.
As cicatrizes bem que poderiam se esvair na velocidade de um segundo, e as pessoas poderiam desaparecer com a mesma agilidade de um milésimo.
O tempo é base, é chão, e mesmo chegando ao fim a gente não sabe se ele vai voltar.
Eu me perdi no tempo e fui me perdendo nas pessoas, menosprezei as horas, e quando vi, eu tinha perdido, e passei a querer essas horas, mesmo que fosse só por nostalgia, eu fiz de mim um relógio, mesmo sabendo que eu nunca bailei de acordo com o tempo.
Se eu me perdi, foi porque eu nunca me achei, eu nunca tive um lugar pra chamar de meu, eu não te dei adeus.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Sexta-feira!

As pessoas são músicas, aromas, e sensações.
Mudanças são sempre boas, pessoas novas também, é como se adaptar, encaixar tudo de uma nova maneira, e ir aos poucos fazendo uma nova rotina.
Sem falar naquele lance da paixão de 5 minutos, onde alguém fala tudo que se é realmente necessário ouvir, e tudo o que você tem a revidar é um beijo.
E ai, é que a meta é se perder, se perder pra só assim se achar.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Há tanto tempo que te amo!

Eu te amo há muito tempo, amo bem antes de te conhecer.
Eu amo porque te amo, sem muitos segredos.
Amo porque agora que não nos falamos, eu sinto tua falta.
Amo porque eu tenho tanta coisa pra falar, tanta música pra mostrar, eu tenho tanto amor pra te dar.
Eu queria que tivéssemos feito tudo certo, ou talvez fomos as pessoas certas na hora errada, não tivemos a nossa oportunidade, ou tivemos e não aproveitamos!
Eu queria você por perto, acredite!
Eu te faria feliz, eu sei!
Queria contato, tato, pele, aroma.
Quero calafrios, rotina continua.
Quero leituras ao ar livre, Budapeste, Chico Buarque... Quero ligações sem limites, com celular emprestado, cheio de beijos roubados.
Quero te querer e poder, de uma forma ou de outra.
Escutar coisas bonitas, andar de mãos dadas, tomar milk shake e brincar com sorvete.
Vinicius, Miúcha, Tom Jobim e Toquinho.
Você pra mim é Bossa nova, e segundo Vinicius, ela é isso... Bossa nova é mais um olhar que um beijo; mais uma ternura que uma paixão; mais um recado que uma mensagem. A Bossa nova é dizer que o amor dói mas existe; que é melhor crer do que ser cético; que por pior que sejam as noites, há sempre uma madrugada depois delas e que a esperança é um bem gratuito: há apenas que não se acovardar para poder merecê-lo.