sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Quem não tem presente se contenta com futuro.




Quando você apareceu na minha vida tudo se tornou mais fácil, difícil mesmo era ter que disfarçar e dar uma de que pouco me importava com você.
Você era céu, chão, mar...
Mas maldito foi aquele domingo em que você decidiu que eu não seria mais sua, e tampouco você seria mais meu, isso é se você um dia foi.
Eu ainda não sei de quem foi a culpa, não sei se foi minha por me abrir demais, ou sua por partilhar só algumas coisas irrelevantes para você mas cheia de importância pra mim, como tudo aquilo que remete a você!
É uma pena que a gente tenha se perdido, eu tentei, acredite... E me perdoe se em algum momento eu não te dei o meu melhor, a intenção nunca foi essa.
Lembro que em uma sexta-feira passamos uma tarde juntos, não namorávamos mais, contra a minha vontade claro, mas gastamos tempo nessa tarde. Eu não sentia frio algum, mas teu casaco me pareceu uma ótima maneira de passar mais algumas horas com você, ou ao menos com o teu cheiro, o que claro geraria uma devolução, onde eu passaria mais tempo olhando pra você! E nessa devolução eu pedi pra você voltar, pra você se importar, e você me perguntou se eu faria qualquer coisa pra te ter de volta, e toda a minha impulsiva intensidade respondeu que sim. Como se fosse uma condição mínima, você me colocou a prova e me pediu um filho; E eu? Como eu negaria um filho a você? Com que cara? Eu aceitei, por alguns segundos eu sabia que não teria nada a perder, eu só ganharia com isso, realizaria sonhos... Mas não, o meu ventre ficou a esperar, assim como eu, e sei que essa espera não será revertida em tempo algum.

sábado, 9 de outubro de 2010

Você, não mais.

É falta, ou é saudade, ou talvez não passe só de mágoa, mágoa boba, mas ainda sim mágoa!
Pode até ser a mistura de todos esses ingredientes em mim, ou um pouco de infelicidade passageira.
Não adianta tá de bem consigo mesmo, fazer das tripas da coração, e achar que fez as escolhas certas, quando o outro não se importa, e só fingi que gosta.
Eu fui magoada não pela ausência de sentimento, mas só com o modo o qual essa ausência me foi apresentada.
Eu posso ver, mas não sou vista... Mas sempre foi assim, já deveria estar ciente de como lidar com tudo isso.
Só que eu me recuso, eu aceito ser maltratada!
Eu não vou consertar você, mas por hora eu desisti de tudo!