sexta-feira, 25 de junho de 2010

Saudades do que não foi.

Quando não se pode tocar, ver, escutar, sentir, não há nada que seja válido, tudo tem vazio, tudo é vazio.
Eu não perdi ninguém por escolha minha, me foi tirado, sem perguntar, sem argumentos, com muita injustiça.
A imaturidade foi dele mas quem sofreu foi eu.
Eu tive vontade de ir junto, mesmo sabendo que iria ficar.
E quando eu menos espero me vem você, e me vem porque eu sei que uma parte minha é sua, e o amor que eu tive e tenho por você é seu.
E penso em toda uma vida que poderia ter sido, mas não foi.
Você me disse uma vez que, morrer não dói, e agora você está onde está, e ai, dói? Dói tanto quanto doeu e dói em mim? Dói como vai doer no Francisco quando ele entender?
O tempo não volta, você não está aqui, e sem dúvida as coisas tem ficado mais dificeis.
Sempre que vejo morte, saudade, e festas sem noção, eu termino em você.
Termino incerta, insegura, com medo e procurando maneiras de te trazer de volta pra minha vida.

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